Orgasmos Femininos

Orgasmos Feminonos

No século 21, o único mistério remanescente em relação aos orgasmos femininos é como levar uma mulher ter orgasmo, entretanto, isso nem sempre foi o caso. As atitudes culturais ocidentais em relação ao prazer sexual das mulheres desenvolveram-se lentamente nos últimos 400 anos …

Imagine um homem no século XVII, trabalhador da zona rural que tinha que pensar em sua velhice ou aquele homem rico que tinha de pensar a quem exatamente iria deixar toda a sua fortuna, então ter filhos era um grande negócio naquela época. Ou melhor, não ter filhos, era um grande problema.

Um homem mundano do século XVII sabia como engravidar sua dama e fazê-la gozar, esta era a crença amplamente aceita na Inglaterra em sua época dourada da Elisabeth I. Neste período, acreditava-se que para que a concepção ocorresse, tanto o homem quanto a mulher precisariam do orgasmo. De acordo com essa convicção, fazer amor apaixonado era mais eficaz na produção.

Histeria

A histeria significa literalmente “sofrimento no útero” quando traduzido do grego ὑστέρα, “útero”. Esse diagnóstico do “sofrimento do útero” era praticamente dado a qualquer coisa que um médico achava que estava errado com uma mulher. Acreditava-se que um útero “infeliz” era causador de tudo, desde ninfomania até comportamento agressivo. A história da histeria como um distúrbio reconhecido pelos médicos é bastante curiosa por si só. Uma crença por trás da histeria era que o útero se movia em torno do corpo da mulher por causa de desequilíbrios nos fluídos corporais. Essa teoria do “ventre errante” persistiu por toda a medicina européia durante séculos. Um remédio comum recomendado era “gravidez”, que, dependendo do século em que a maternidade era prescrita, ocasionalmente resultava em morte.

A definição e os tratamentos da histeria mudaram muitas vezes em diversos países e séculos ao longo dos anos, mas na época Vitoriana na Inglaterra, foi decidido que a melhor cura seria colocar as mãos na paciente.

Antes da invenção do vibrador elétrico, a histeria leve era tratada manualmente. Os vitorianos recomendavam a estimulação dos órgãos sexuais femininos pelas mãos de um médico. Isso resultaria em um “paroxismo” ou “ajuste” (um “orgasmo” na atualidade). Acreditava-se que esses “paroxismos” eram benéficos para as pacientes.

Curiosamente, mudanças de humor, mau-humor e frustração desapareciam milagrosamente.

Quando o vibrador elétrico foi inventado, ele era vendido como um massageador pessoal para dor no pescoço e continuaria a ser comercializado como tal por décadas. A necessidade de visitas médicas para “paroxismos” semanais peculiarmente desapareceu. A prescrição de um bom dedilhado, ou seja, orgasmos femininos, era muito preferível à cura de casos mais graves de histeria.

Há um filme chamado “Histeria” feito em 2011 que conta como o tratamento médico da histeria levou à invenção do estimulador clitoriano.

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